Conheça os princípios e aspectos importantes da Lei Geral de Proteção de Dados

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Você mal acorda com o despertador do celular e já verifica o WhatsApp e compartilha algumas mensagens. Durante o café, responde às pressas a um e-mail para confirmar presença em uma reunião e, em uma rápida passada pelo Instagram, curte e comenta várias publicações. Nem se deu conta, mas, em poucos minutos, já forneceu uma …

Você mal acorda com o despertador do celular e já verifica o WhatsApp e compartilha algumas mensagens. Durante o café, responde às pressas a um e-mail para confirmar presença em uma reunião e, em uma rápida passada pelo Instagram, curte e comenta várias publicações. Nem se deu conta, mas, em poucos minutos, já forneceu uma série de informações, além das tantas outras que já compartilhou automaticamente com sistemas e bancos de dados das mídias sociais.

Nunca antes na história humana o conhecimento e as opiniões trafegaram em um volume e uma velocidade tão expressivos, não é mesmo? Com tantas informações sobre pessoas e empresas em circulação, é fácil entender a preocupação com os direitos fundamentais à liberdade e à privacidade. Com esse preceito, foi sancionada, em 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Umas das bases legais da LGPD é a relação de consentimento. Em outras palavras, é preciso solicitar autorização ao “titular dos dados”  antes de se tratar uma informação. Pode ter certeza: tal consentimento deve ser fornecido de forma explícita e inequívoca. Segundo a legislação, o não consentimento é a exceção à regra.

Mas, afinal, quais são os dados que são classificados como pessoais? A LGPD, em acordo com o que apregoa o GDPR (Regulamento Europeu de Proteção de Dados), define como dados pessoais as informações ligadas a uma pessoa que possibilitam sua identificação, direta ou indiretamente.

Como exemplos de dados pessoais temos:

  • CPF (Cadastro de Pessoa Física);
  • RG (Registro Geral, gravado na Cédula de Identidade);
  • IP (Sigla para Internet Protocol, uma identificação única para cada computador conectado a uma rede).

Vale ressaltar que, como o consentimento é só uma das bases legais que sustentam o tratamento de dados pessoais, é fundamental coletar e armazenar o registro do consentimento do titular. Assim, só é possível processar dados sem autorização do cidadão quando isso for indispensável para cumprir situações legais. Um exemplo é Lei de Acesso à Informação (LAI) e todas as premissas nela contidas, como a transparência na Administração Pública.

Também pode-se dispensar o consentimento obrigatório quando o tratamento de dados não se enquadrar em qualquer uma das demais bases legais. Imagine uma empresa financeira que captura seus dados para fins de prevenção a fraudes. Nesse caso, ela não necessitaria do seu consentimento, visto que “proteção ao crédito” é uma das premissas do negócio.

Fique atento! Os dados anonimizados, como o nome sugere, não fornecem o suficiente para revelar a identidade do seu titular. Por isso, eles não são considerados como pessoais e, dessa forma, não estão sujeitos às aplicações da lei.

A LGPD possui também determinados princípios. Vamos conhecê-los?

  1. Finalidade especificada e informada explicitamente ao titular;
  2. Adequação à finalidade previamente acordada e divulgada;
  3. Necessidade do tratamento, limitado ao uso de dados essenciais para alcançar a finalidade inicial;
  4. Acesso livre, fácil e gratuito das pessoas à forma como seus dados são tratados;
  5. Qualidade dos dados, deixando-os exatos e atualizados, segundo a real necessidade do tratamento;
  6. Transparência, ao titular, com informações claras e acessíveis sobre o tratamento e seus responsáveis;
  7. Segurança para coibir situações acidentais ou ilícitas como invasão, destruição, perda e difusão;
  8. Prevenção contra danos ao titular e aos demais envolvidos;
  9. Não discriminação, ou seja, não permissão de atos ilícitos ou abusivos;
  10. Responsabilização do agente, que é obrigado a demonstrar a eficácia das medidas adotadas.

Para Vítor Andrade, professor da PUC-SP e autoridade no assunto, a LGPD, por si só, não pacifica automaticamente todas as questões que envolvem a segurança dos dados coletados e tratados de pessoas e empresas. Na verdade, a novidade fomentaria a discussão de novas interpretações e diretrizes. “Há, por exemplo, um debate sobre os DPOs serem ligados às ouvidorias das instituições; a questão dos seguros surgiu como uma forma da redução de riscos. Há também diversas outras normas, no Brasil, entrando em vigor, que vão transformar, de alguma forma, diversos negócios. É difícil até selecionar essas normas e avaliar como elas vão afetar cada um. Um exemplo são os meios de pagamento instantâneos. Com a recente aprovação regulamentada pelo Banco Central, empresas que nunca pensaram em entrar nesse mercado estão se inserindo nele agora, desde o segmento do varejo até o de telecomunicações. Isso afeta não só o titular do dado, mas também o controlador e o operador”, explicou. Em tempo: Data Protection Officer, ou DPO, é o profissional de uma organização responsável pela aplicação de leis para a proteção dos dados pessoais dos usuários.

Direitos

Já que a LGPD foi pensada de forma a preservar a identidade das pessoas, é importante destacar os seus direitos. O controlador, ou seja, quem decide sobre a utilização dos dados de alguém, precisa garantir:

  • Acesso aos dados;
  • Anonimização, bloqueio e eliminação de dados;
  • Confirmação da existência do tratamento;
  • Correção de dados;
  • Informação sobre compartilhamento de dados pessoais;
  • Informação sobre a possibilidade de não consentir com o tratamento e as consequências da negativa;
  • Portabilidade de dados;
  • Possibilidade de revogar o consentimento.

Vazamentos

Para garantir que a lei “vai pegar”, o país poderá contar com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais, a ANPD. Além de fiscalizar o cumprimento, ela tem as missões de orientar e regularizar procedimentos sobre a proteção de dados e a própria aplicação da lei, além de dizer como a sociedade pode colaborar. O órgão também possui poder punitivo para aplicação em caso de irregularidades denunciadas e comprovadas.  

Boas práticas

Além de conhecer os direitos fundamentais do titular dos dados e saber realizar o tratamento, para manter-se afinado com a LGPD é importante adotar boas práticas em segurança da informação. Isso inclui, por exemplo:

  • Formalizar um compromisso claro da alta administração com a definição e o cumprimento de altos padrões de privacidade;
  • Criar métodos para reconhecer projetos de privacidade inadequados;
  • Antecipar práticas inadequadas de privacidade;
  • Corrigir quaisquer impactos negativos muito antes de ocorrerem;
  • Incorporar a privacidade às tecnologias, operações e arquiteturas de informação de maneira holística, integrativa e criativa;
  • Adotar a responsabilização, ou seja, documentar e comunicar a privacidade conforme apropriado e atribuído a um indivíduo especificado.

Vale reforçar que a privacidade, desde a concepção dos dados, tem por objetivo assegurar a todos os interessados que, independentemente da prática ou da tecnologia comercial envolvida, a instituição que opera com informações alheias está de acordo com as premissas e objetivos declarados, respeitando os direitos dos titulares dos dados pessoais. Isso é alcançado por meio de medidas como padrões fortes de privacidade, avisos apropriados e interfaces amigáveis, capazes de empoderar o titular dos dados.

Tráfego qualificado: saiba como atrair clientes mais assertivos

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Na comunicação digital, uma das formas de atrair prospects é usar estratégias e táticas, com o apoio de ferramentas de última geração, sem desperdício de tempo e recursos para o anunciante. A dica desse texto é o “tráfego qualificado”, ou seja, gerar bons leads com alta capacidade de conversão de vendas e que aumentem a …

Na comunicação digital, uma das formas de atrair prospects é usar estratégias e táticas, com o apoio de ferramentas de última geração, sem desperdício de tempo e recursos para o anunciante. A dica desse texto é o “tráfego qualificado”, ou seja, gerar bons leads com alta capacidade de conversão de vendas e que aumentem a relevância do canal.

Com o uso de diversas técnicas do marketing digital, essa estratégia promete levar ao público certo e gerar ainda mais tráfego qualificado para o negócio. Ao atrair visitantes ao site, as chances de que estes não só consumam o produto, mas interajam positivamente com o conteúdo aumentam consideravelmente. Toda essa interatividade faz com que a relevância do negócio cresça nos buscadores, como Google, Yahoo, Bing, entre outros. Essa dinâmica do mundo da internet faz com que mais visitantes qualificados sejam atraídos e as vendas cresçam.

Como atrair tráfego qualificado?

  • Persona – Em primeiro lugar o seu cliente ideal deve ser definido. Para isso, deve ser criada a persona do seu negócio. Persona é um personagem semifictício, baseado em dados reais que combinem com o seu negócio. O objetivo é criar um perfil que reúna as principais características dos clientes para que a marca consiga criar estratégias alinhadas ao seu público e capazes de atender às suas demandas.

* É importante que a persona seja sempre revisada de acordo com a evolução do negócio.

  • Conteúdo de qualidade – Para ganhar relevância, é importante que os seus canais disponibilizem conteúdos de qualidade e que sejam úteis e atrativos para seu público. Esse é um dos principais fatores para que seu site esteja bem posicionado nos sites de busca com algoritmos que conseguem avaliar qualidade, originalidade e relevância dos conteúdos disponíveis. Além disso, um conteúdo robusto e inédito irá, consequentemente, aumentar o tempo de permanência e a interatividade do usuário no seu site.
  • Palavras-chave – Escolher as palavras-chave de forma correta e assertiva também pode fazer toda a diferença na busca de um tráfego qualificado. Essa curadoria deve considerar os questionamentos e as necessidades do lead. Uma palavra-chave mal escolhida pode gerar um efeito oposto ao planejado e trazer visitantes não qualificados. 
  • Impulsionamento bem segmentado – Apesar de existirem boas técnicas gratuitas para atrair um tráfego qualificado, uma estratégia de busca paga que use segmentação pode ser necessária e muito efetiva. Essa é uma forma mais rápida de levar o seu conteúdo diretamente para pessoas realmente interessadas no assunto.
  • Guest post e parcerias – Parcerias e guest posts em bons sites e blogs relacionados com o seu negócio podem trazer ótimos resultados e atrair usuários qualificados. É uma forma de estar presente no meio em que está o seu público-alvo, além de tornar sua marca uma autoridade digital.
  • Análise da eficácia das ações – Assim como todas as ferramentas e estratégias do marketing digital, o tráfego qualificado, quando bem planejado, estudado e bem avaliado, pode trazer resultados significativos para o seu negócio. Então, para mensurar a efetividade das ações, é importante analisar a eficácia das suas estratégias para gerar tráfego qualificado.

Dessa forma, deve ser feita uma avaliação quantitativa e qualitativa, com o uso de KPIs para medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas está efetivamente atendendo aos objetivos propostos. Devem ser considerados dados como quantidade de leads gerados, tráfego total e taxa de rejeição, Retorno sobre Investimento (ROI) e taxa de conversão. Com esse trabalho, será mais fácil guiar as ações para atrair o público certo e gerar ainda mais tráfego qualificado para a sua empresa.

Crossdocking: tendência no e-commerce proporciona praticidade, economia e agilidade na logística de vendas

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O isolamento social mudou a realidade de compra no mundo. Após o fechamento temporário de várias lojas físicas, o e-commerce ganhou destaque. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), desde o início da pandemia, as vendas on-line cresceram 70% em todo o mundo. Alavancagem que só seria alcançada em condições normais, em …

O isolamento social mudou a realidade de compra no mundo. Após o fechamento temporário de várias lojas físicas, o e-commerce ganhou destaque. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), desde o início da pandemia, as vendas on-line cresceram 70% em todo o mundo. Alavancagem que só seria alcançada em condições normais, em cerca de dez anos.

Assim como as compras on-line entraram em evidência, o processo de crossdocking também ganhou destaque pela melhoria da eficiência nos processos dos varejistas. A técnica, muito utilizada pelo e-commerce, dispensa uma infraestrutura física maior e mais complexa para envio das suas encomendas.

Em um sistema de crossdocking, as mercadorias só são pedidas quando adquiridas pelo cliente final, o que reduz a necessidade de capital de giro e do manuseio de mercadorias, além de tornar possível trabalhar com estoques mínimos ou nulos, originários apenas de fornecedores. Assim, reduzindo os custos a operação.

A diminuição do período que o pedido percorre desde o pagamento até a entrega para o cliente final é outro ponto positivo dessa prática. Por dispensarem a etapa de estocagem, os empreendimentos que optam pelo crossdocking conseguem diminuir o tempo entre o pedido e a entrega. O que colabora para a elevação dos índices de satisfação dos consumidores.

Origem do termo crossdocking

A origem do termo “crossdocking” vem de “cruzamento das docas” em referência ao sistema no qual os produtos são desembarcados nos galpões de docas e de lá transportados por caminhões com rotas específicas, por região.

Conheça a Acoustic, parceira da Átimo para martech e adtech

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A Átimo é uma empresa focada em marketing digital e tecnologia da informação. Com a combinação entre tecnologia e habilidades humanas, a empresa identifica as necessidades dos negócios de seus clientes e emprega técnicas de martech e adtech para atingir o público-alvo e aumentar o faturamento. Para o desenvolvimento desse trabalho, a Átimo se associa …

A Átimo é uma empresa focada em marketing digital e tecnologia da informação. Com a combinação entre tecnologia e habilidades humanas, a empresa identifica as necessidades dos negócios de seus clientes e emprega técnicas de martech e adtech para atingir o público-alvo e aumentar o faturamento.

Para o desenvolvimento desse trabalho, a Átimo se associa a algumas empresas mundiais. Uma delas é a Acoustic, que atua exclusivamente em martech e adtech. Com uma plataforma unificada, a Acoustic atende às diversas necessidades dos profissionais de marketing com o uso de tecnologias de ponta, como inteligência artificial (IA), capacidades analíticas avançadas e amplas possibilidades de integração com outros sistemas. E, ainda, a empresa é líder em alguns quadrantes do Gartner e análises da Forrester.

Martech é a junção das palavras marketing e technology. É utilizada para se referir a tecnologias, ferramentas ou empresas digitais que resolvem problemas de marketing por meio da tecnologia. Já as adtechs são martechs que atuam especificamente em tecnologias de anúncios e entregam soluções para publicidade on-line.

A parceria entre a Átimo e a Acoustic possui diversos produtos que prometem alavancar os negócios da sua empresa com as melhores estratégias de automação em marketing digital. Entre esses produtos estão:

- Acoustic Campaign: Plataforma para automação de campanhas de marketing baseada em dados comportamentais e projetada para trabalhar com múltiplos canais (omnichannel), como e-mail, push notification, SMS, redes sociais e apps de mensagem, além de canais off-line como call centers;

- Acoustic Experience Analytics (Tealeaf): Produto de análise por comportamento que mapeia eventos por toda jornada dos clientes para trazer visões e insights para a melhoria da experiência dos clientes e prospects;

- Acoustic Content: É um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) que facilita o gerenciamento de ativos digitais (DAM) e a criação de sites com conteúdos integrados a diversos outros canais;

- Acoustic Personalization: Plataforma que permite entregar conteúdo personalizado e recomendações de produtos para cada visitante, em tempo real. Executa testes A/B e produz métricas de sucesso personalizadas;

- Acoustic Exchange: Conecta o ecossistema de marketing sem a ajuda da TI para compartilhar eventos e segmentos de público entre diversas aplicações e canais (e-mail, mobile e web, entre outros).

Com o crescimento do número de empresas que possuem campanhas de comunicação digital, a concorrência nesse mercado tem se tornado mais forte a cada dia. Companhias que possuem as melhores ferramentas de performance para marketing digital conseguem ser mais produtivas.

Com o trabalho e as tecnologias oferecidas pela Átimo em parceria com a Acoustic, é possível obter melhores resultados gastando menos.

Crescimento do faturamento do e-commerce gera oportunidades para se destacar e aumentar as vendas

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O ano de 2020 consolidou o e-commerce brasileiro. Por conta da pandemia e da quarentena dela advinda, a modalidade de compras on-line teve um crescimento recorde. De acordo com pesquisa realizada pelo movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce no Brasil registrou um incremento de 56,8% no faturamento …

O ano de 2020 consolidou o e-commerce brasileiro. Por conta da pandemia e da quarentena dela advinda, a modalidade de compras on-line teve um crescimento recorde. De acordo com pesquisa realizada pelo movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce no Brasil registrou um incremento de 56,8% no faturamento entre janeiro e agosto de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando a marca dos R$ 41,92 bilhões.

De acordo com os dados da pesquisa, o tíquete médio caiu de R$ 420,78 para R$ 398,03. O número de transações efetuadas, porém, cresceu 65,7%, passando de 63,4 bilhões para 105,6 bilhões nos seis primeiros meses de 2020. Com isso, a projeção para o ano saltou de 18% para 30% no acumulado anual.

De acordo com André Dias, diretor executivo do Compre&Confie, esse é um movimento que veio pra ficar. Em 2018, o IBGE constatou que a internet já era utilizada em 79,1% dos domicílios brasileiros, e segue em constante crescimento. “Os consumidores deverão ficar cada vez mais engajados nas compras a distância e movimentar de forma significativa o consumo de categorias relacionadas às necessidades básicas do dia a dia e ao esforço de prevenção contra a Covid-19”,afirmou Dias em entrevista ao site da ABComm.

Com a nova realidade, a sobrevivência das empresas brasileiras se torna cada dia mais condicionada à presença virtual. Aquelas limitadas ao ambiente físico estão em desvantagem e devem, o quanto antes, se adaptar ao novo contexto e implementar uma plataforma de e-commerce.

Diferenciais para se destacar

Com a crescente concorrência, é necessário ter diferenciais para que a empresa possa se destacar e aumentar seu faturamento. Uma boa estratégia de marketing com ferramentas e plataformas que utilizam a tecnologia somada a interpretações humanas pode fazer a diferença e transformar o desafio em oportunidade de crescimento.  

Omnichanel, gerenciamento da jornada digital do cliente, gestão de campanhas multicanal (e-mail, SMS, push, RMS, WhatsApp, mídias off-line e call center, entre outras), funil de vendas, mensuração de KPIs e retorno (ROI) das campanhas e trigger marketing são algumas das estratégias que podem qualificar o processo de vendas de uma empresa.

A Átimo é especialista em soluções de automação de marketing alinhadas à inteligência de negócio. Suas estratégias melhoram o relacionamento com a base de clientes e leads, geram novas oportunidades e promovem resultados que superam as expectativas.